O design futurista das instalações do Liceu Albert Sabin foi o palco de uma super apresentação da Orquestra Sinfônica de RP, que proporcionou aos jovens alunos uma conexão lúdica entre a tradição e delicadeza do clássico com a suavidade e o bom gosto da música popular brasileira, interpretada por eles mesmos.
O resultado é educação na mais pura de suas formas, modelando futuros cidadãos, misturando tradição e inovação.
Professora, simplesmente genial! APLAS, parabéns pela brilhante iniciativa! Mantenham o ritmo!
A inovação é cada vez mais apontada como um driver de competitividade organizacional e ontem tivemos um interessante debate sobre inovação e investimentos. Várias perguntas surgiram: Quando vale a pena investir em inovação? Como mensurar os riscos? Quais métodos podem ajudar a tomada de decisões? Como identificar o potencial de mercado em relação a uma proposta inovadora?
Se você conhece respostas para essas questões, por favor envie sua contribuição nos comentários desse post. Vamos aprender juntos?
Estou curioso…
Abraços!
Inovação e criatividade são fundamentais para o diferencial competitivo. Algumas técnicas podem ser rapidamente colocadas em prática, como por exemplo, times multidisciplinares focados em uma solução. Ontem a brilhante equipe GEN2009 realizou uma interessante atividade desse tipo, com a inspiração do Projeto Mars Exploration Rover
Brainstormings, liderança, confiança e colaboração foram muito importantes para vencer a pressão do tempo. O resultado, quatro frases de impacto muito bem argumentadas:
- “Ideias e ideais: pequenos detalhes, grandes diferenças”;
- “Realizações a partir dos detalhes”;
- “Nós somos do tamanho das nossas atitudes”;
- “NASA: construindo seu futuro”.
Valeu pessoal! Grande abraço!

Tenho recebido interessantes perguntas sobre atitudes gerenciais, especialmente em relação a dilemas relacionados aos estilos de gestão participativa e autocrática. Meu ponto de vista é simples: gestores contemporâneos devem ser hábeis em construir ambientes motivadores e de colaboração. A inovação e a competitividade vêm daí. Entretanto, é também papel do gerente garantir a convergência da atuação de sua equipe em relação à estratégia empresarial. Senão a atuação fica descolada da realidade. Nesse caso muitas vezes é necessário ser autocrático e decidir o caminho, assumindo a responsabilidade e os riscos da decisão. Isso é mais intenso ainda em empresas do conhecimento, nas quais mentes brilhantes apresentam bons argumentos conflitantes.
Por outro lado, as equipes também devem ser formadas por colaboradores com maturidade suficiente para compreender os papéis e as tomadas de decisão da empresa, exercitando a auto-motivação e contribuindo para a coesão e formação de um time realmente vencedor. Ou até escolhendo outros rumos para a carreira profissional.
Não é fácil, por isso é desafiador…
Outro dia tive a oportunidade de mediar um debate com grandes empresas, que compartilharam suas experiências para a criação de ambientes de inovação. Dentre outras, Embraer, Petrobrás Revap, Johnson & Johnson e GM transmitiram as seguintes boas práticas:
- Invista permanentemente em educação e capacitação;
- Pratique a diversidade, a multidisciplinaridade na elaboração de ideias e projetos;
- Incentive o intercâmbio “cross-job” de colaboradores. A empresa é uma verdadeira escola;
- Mantenha sempre o foco no cliente. Quem está na ponta sabe o que é necessário;
- Reconheça os propositores de inovações;
- Incentive o “pensar fora da caixa”;
- Deixe claro os objetivos da empresa na busca por inovações.
São algumas propostas que podem ser colocadas em prática independentemente do tamanho da empresa. Que tal?
A idéia de Open Innovation é até simples. Colaborações externas à empresa influenciam a criação de novos produtos e serviços, muito mais adequados à realidade dos mercados atuais e novos e provocam também o inusitado, que é o aparecimento de soluções que transformam-se em negócios anteriormente não pensados (spins). A figura o lado, concebida pelo Prof Chesbrough, de Berkeley ilustra o fluxo de conexões e recursos necessários. Pensando pelo lado da pequena empresa, as redes existentes de fornecedores, parceiros, incentivadores, clientes e até concorrentes poderiam ser mobilizadas com o mesmo propósito. Já pensou, um restaurante construir o cardápio da semana que vem a partir das experiências de seus clientes que gostam de cozinhar? Para pensar, certo? Ah, e por falar em restaurante e open innovation, o espanhol El Bulli é um excelente exemplo. Bom passeio!
Neste mundo de intensa informação sobre tudo, gostaria de chamar a atenção para a simplicidade nas soluções. É a chamada “ciência do feijão com arroz”. Existe tanta teoria voltada para empresas e negócios que a gente acaba ficando confuso e construindo sofisticadas soluções (caríssimas) que somente acabam dando certo depois que tudo dá errado e alguém resolve fazer uma desconstrução para simplificar. E aí, incrivelmente, a coisa funciona.
Então por que não começar direto buscando o caminho simples, e depois um outro incremental, e mais outro. Como o passar do tempo poderá até ser criado um sistema complexo. Mas com total compreensão, aprendizado e clareza.
Alguns sinais indicam se estamos complicando o que não é complicável:
- muitas reuniões longas, com diversos temas sendo tratados ao mesmo tempo;
- muita modelagem teórica e pouca prática e conhecimento reais (terceirização da mão na massa);
- equipes sofisticadas e incrivelmente divergentes (desgaste em cima de desgaste);
- muita alegoria e pouco samba no desfile do dia-a-dia da empresa.
Para pensar e simplificar. Pode ter certeza, resultados à vista! E bota água no feijão…
Li o post com este título no blog do Larubia e fiquei fazendo analogias com outros textos que estou estudando. Estou convencido de que a incerteza é uma característica da inovação. E de que a inovação é resultante de processos de aprendizado não lineares. Isto é, é complicado falar em planejamento da inovação. O que se pode fazer é planejar a construção do aprendizado para a inovação. E este planejamento significa estabelecer um propósito, talvez um período de tempo para tensão criativa (mas a que se considerar a incerteza e reformulações no cronograma) e estabelecer as conexões e canais de aprendizado necessários. Quem consegue fazer isso através de articulações organizacionais é o knowledge team.
Parece pouco, parecem recursos muito subjetivos, mas acredito que seja assim mesmo. Lidar com incertezas e inovações significa considerar tudo isso. Em maior ou menor intensidade. Um exemplo: é só olhar as escolas de samba no carnaval. Tudo isso está lá, materializado em energia, brilho, ritmo, movimento e cor. Percebeu?
Estive hoje num interessante seminário sobre aspectos da NRF-2009, realizada em Nova York em dezembro de 208. Dentre diversos fatores abordados, me fizeram refletir:
- o dilema americano decorrente da crise: consumo excessivo x estilo de vida frugal, simples;
- a utilização de tecnologias modernas como RFID: “as coisas falam com as coisas”;
- o posicionamento estratégico vencedor voltado para oferecer maior benefício, vendendo por menos;
- a valorização do relacionamento com o cliente, voltado para a fidelização;
-a mobilidade e versatilidade através do celular: NFC – Near Field Comunication, etiquetas de comunicação;
- a ação de venda baseada no conhecimento do comportamento do consumidor (CRM);
- a interatividade e geração de experiências para o cliente;
- os múltiplos canais de acesso: “a loja vai até o cliente”;
Estes são somente alguns itens. Caso seja útil para você, posso compartilhar o brain map que desenhei, com os principais elementos apresentados. É só me enviar um email.
…e no calor dos debates sobre visão empreendedora, conversei com várias pessoas sobre o perfil da chamada Geração Y em relação a negócios digitais e constatei alguns aspectos interessantes:
- expressão intensa de ousadia e de crença nos projetos de negócios;
- poder criativo enorme para a concepção de idéias, entretanto é necessário melhorar a compreensão da viabilidade delas;
- muito foco na invenção e pouco no processo de operação do futuro negócio;






