As grandes tendências apontam para a convergência da tecnologia e o conseqüente entrelaçamento de mentes em torno de afinidades, como causas ideologicas, hobbies, culturas, aprendizados e negócios. Isso é muito interessante do ponto de vista de antever mudanças poderosas no planeta, mas um elemento crucial precisa ser reposicionado para que todo esse aparato tecnológico funcione realmente como uma alavanca de desenvolvimento. E qual é ele?
Nós mesmos.
Como lidamos com o poder? Com o dinheiro? Com a ética? Com a ambição? Com a frustração? Com o vizinho? Com quem utiliza o mesmo bem público? Com o ego? Como o desapego? Com o medo? Com o desconhecido? Com a confiança? Com o sucesso?
Essas perguntas podem parecer abstratas, mas são o âmago de uma nova relação social que, se legitimamente ativada, irá produzir um ambiente deliciosamente qualitativo e próspero para se viver. Estou falando de prosperidade e bem estar, ao mesmo tempo que de desafios e de evolução.
Simples assim (?)
abs
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Jacomini







