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O laboratório da escola

em 5 de junho de 2011.

Outro dia estava me lembrando do laboratório de química da escola em que estudava, no ensino fundamental. Era uma sala misteriosa, que era aberta somente numas duas vezes por ano, para aulas super especiais. Para os alunos, era uma honra mística poder fazer uma aula no laboratório. Uma verdadeira experiência.

O Brasil ainda tem poucos cientistas, poucas patentes, poucos doutores; quando comparado aos países no topo da lista das descobertas científicas e da inovação competitiva. Será que os laboratórios das escolas continuam fechados? 

Espero que não…mas é necessário um investimento intenso e constante na educação , que resultará em novas patentes, em conhecimento de ponta e em competitividade.

Ah, estou preparando uma série de posts sobre tecnologia em países desenvolvidos. Em breve estarão aqui no blog do Conselheiro Criativo. Grande abraço!

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Um draft sobre megatendências

em 9 de abril de 2011.

Tenho estudado vários textos e conversado com pessoas interessantíssimas, detentoras dos mais vários pensamentos sobre tendências, um assunto do qual gosto muito.

Para compartilhar o que tenho aprendido, apresento a seguir um conjunto de dez megatendências que elaborei no sentido de ajudar você a formar sua própria compreensão do que poderá nos afetar em breve.

Em algumas inseri comentários. Espero o seu também. Vamos a elas:

1)      As maneiras de aprender irão mudar.

- A sala de aula como interface de aprendizagem será substituída pela experiência simulada em tempo real.

2)      O trabalho será remunerado pelos resultados e entregas e não pelo tempo disponibilizado ao contratante.

- As leis do trabalho necessariamente irão ser modificadas para atender a essa nova realidade.

3)      O compartilhamento se estenderá para os bens, além do conhecimento.

- Seu carro (parado), sua casa de  lazer (vazia), a memória de seu computador (desligado). Tudo será compartilhado.

4)      A evolução da tecnologia irá permitir que o cérebro interprete cada vez mais as conexões virtuais como se fossem reais.

- Novos negócios baseados na experiência sensorial irão surgir.

5)      Empreendimentos serão criados tendo como sócios pessoas que nunca se viram.

- A força dos laços improváveis (hipótese teórica que estou formulando) irá ser cada vez mais praticada.

6)      Empresas reduzirão suas estruturas físicas e concentrarão suas atividades na nuvem.

- A geografia do trabalho individual será substituída pela inteligência coletiva baseada em redes.

7)      As camadas sociais menos favorecidas irão empreender com intensidade.

- O mercado será compreendido como oportunidade de crescimento.

8)      O poder baseado na acumulação de capital  será transferido para o poder de influenciar massas.

- Ser hub de redes sociais valerá muito.

9)      As empresas bem sucedidas serão adotadas como causas pelos seus clientes.

- Essa é a essência do negócio de excelência , resultante da plena interação com o mercado.

10)   O desperdício e o individualismo serão superados pela consciência de sustentabilidade e colaboração.

- Um novo patamar se apresenta como solução para a humanidade.

:)

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Novas perspectivas sobre o futuro

em 9 de abril de 2011.

As grandes tendências apontam para a convergência da tecnologia e o conseqüente entrelaçamento de mentes em torno de afinidades, como causas ideologicas, hobbies, culturas, aprendizados  e negócios. Isso é muito interessante do ponto de vista de antever mudanças poderosas no planeta, mas um elemento crucial precisa ser reposicionado para que todo esse aparato tecnológico funcione realmente como uma alavanca de desenvolvimento. E qual é ele?

Nós mesmos.

Como lidamos com o poder? Com o dinheiro? Com a ética? Com a ambição? Com a frustração? Com o vizinho? Com quem utiliza o mesmo  bem público? Com o ego? Como o desapego? Com o medo? Com o desconhecido? Com a confiança? Com o sucesso?

Essas perguntas podem parecer abstratas, mas são o âmago de uma nova relação social que, se legitimamente ativada, irá produzir um ambiente deliciosamente qualitativo e próspero para se viver. Estou falando de prosperidade e bem estar, ao mesmo tempo que  de desafios e de evolução.

Simples assim (?)

abs :)

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 Ontem  no projeto @ideiasnalaje, surgiu essa interessante pergunta. Minha opinião é a seguinte: aprenda sobre empreendedores genuínos e busque compreender como eles pensam e agem (ler biografias é ótimo para isso).  Depois entenda como você mesmo age em relação à realizações.

Assim você poderá identificar os aspectos de melhoria (que são todo mundo tem) e mãos a obra na experimentação de novas maneiras de agir. Claro, isso deve ser feito sempre respeitando seus limites. A evolução é gradual. 

E para exercitar a prática da atiude empreendedora, existe o Desafio do R$ 1,00  que vai ajudá-lo a conhecer-se melhor. Convido você para a realizá-lo e contar para gente seu aprendizado.

Grande abraço!

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Seu novo trabalho em casa

em 28 de março de 2011.

Num overview pelo que está acontecendo no mundo, pensei comigo mesmo: a grande revolução no trabalho não virá das fábricas, mas da tecnologia. Já imaginou um mundo que não precise de infra-estrutura para funcionar? Risque do mapa as salas de reunião, as mesas, os telefones, as divisórias, os elevadores, os congestionamentos, os metrôs…e substitua-os por uma experiência de conexão cognitiva à distância.

Isso significa realidade virtual ao ponto de se tornar real. Significa que de qualquer ponto do planeta (ou até fora dele), você poderá participar de reuniões, de projetos colaborativos, de aulas e de conferências com os maiores especialistas do mundo. Parece ficção, mas não é. Tecnologias de ponta já estão sendo utilizadas nesse sentido, ainda em pequena escala, mas com resultados surpreendentes.

Ótimo, tudo bem!?  Nem tanto. O mind set atual ainda é baseado na revolução industrial. Precisamos sair de manhã e voltar para casa a noite, enfrentar deslocamentos geográficos, sentar em mesas de reunião, tomar café. Precisamos sair para almoçar, caminhando com os colegas. É assim que aprendemos que tem que ser.

As novas tecnologias sinalizam um novo contexto, mas teremos que aprender a viver nele para uma melhor qualidade de vida, senão corremos o risco de transferir as frustrações.  Certo? Ou errado?  :)

Grande abraço!

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A arte de falar em público

em 19 de janeiro de 2011.

Um dos temas que temos debatido é sobre como fazer apresentações empresariais. Afinal, uma das situações mais estressantes que existe no mundo corporativo é a sensação de pânico ao ser escolhido para falar em público, ou em uma reunião. Mas como lidar com isso? Em primeiro lugar, tendo a consciência de que você pode se desenvolver e melhorar, desde que tenha disciplina e desejo de fazer isso. Com a prática (e provavelmente depois de alguns erros), você irá adquirir segurança e passará a ter uma grande satisfação em realizar apresentações.

E o que acha de compartilhar com outras pessoas suas experiências? É exatamente isso que eu gostaria de fazer nesse post, conhecer quais seus aprendizados com apresentações empresariais que poderão ajudar outras pessoas a se desenvolverem na arte de comunicar? Vale tudo,  experiências que deram certo ou não, estratégias de preparação, dicas e truques. Vamos lá, é só comentar, compartilhar e aprender…:)

Um abraço, sucesso!

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Um pouco sobre visão de futuro…

em 24 de dezembro de 2010.

Uma vez me contaram o seguinte caso: na década de 1970, um professor de uma escola de administração americana deu início a uma pesquisa de longo prazo sobre o tema. Perguntou a uma centena de estudantes qual deles tinha uma visão sobre o que estaria realizando dali a vinte anos: somente 3% do grupo pesquisado soube responder concretamente à pergunta. Vinte anos depois, o professor realizou uma nova pesquisa para verificar qual o patrimônio financeiro acumulado no período pelo mesmo grupo de pessoas. Resultado: os 3% que afirmaram ter uma visão somavam um patrimônio muitas vezes maior do que os outros 97% juntos. Embora nenhum deles estivesse pondo em prática a visão projetada na juventude…

Independentemente de realidade ou ficção, e do critério adotado, fiquei intrigado com o final da história. Afinal aonde está o poder da visão?  Acho que visão não é miragem, não é quimera. A visão empreendedora é concreta e – mais importante – geradora de uma enorme e incansável energia. A melhor metáfora para a visão empreendedora é “a paixão no presente por algo que vai existir no futuro”. Temos aqui uma questão complexa e delicada. A visão empreendedora promove a mobilização de energia no presente, oferecendo a disposição de trabalho para que você conduza seu projeto em direção do futuro. A energia gerada pela visão é imediata e provoca decisões, escolhas e iniciativas no presente. É o que dá sentido a todas as ações do hoje (extraído do livro Conexões Empreendedoras).

É aí que está o poder!

O que aprendi dessa reflexão foi que uma das características da visão empreendedora é ser dinâmica e flexível, mas tem que ser apaixonante o suficiente para produzir motivação, ação e realização.

E nessas épocas de início de ano, nada melhor do que refletir sobre a sua própria visão, ou construir uma nova.

Grande abraço, Feliz Natal e um ano novo de muitas visões e realizações!

:)

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O erro inteligente

em 26 de novembro de 2010.

Tenho conversado (e aprendido) muita coisa interessante sobre inovação e ultimamente me dedicado a observar especificamente o “modus operandi” das empresas inovadoras. Fazendo algumas comparações entre o observado na prática e a literatura, constato que alguns fatores são realmente decisivos para a instauração de um ambiente pró-inovação em uma empresa ou projeto.

O primeiro item da lista, sobre o qual vamos conversar nesse post,  é o líder da inovação. Uma pessoa geralmente inconformada com a realidade, curiosa por natureza, às vezes temperamental e disposta a perguntar e descobrir. E a correr riscos.

Esse líder não é somente criativo. Ele sabe um segredo: a inovação não é um insight, um evento ou uma manifestação isolada. A inovação é um processo. Um processo movido a perguntas e respostas. Qualquer pergunta? Não, perguntas que sejam relevantes para o momento do projeto ou do negócio. Esse é um desafio para o líder. O que perguntar para sua equipe e para sua rede?

Por se tratar de um jogo de perguntas e respostas, o líder inovador vibra com as tentativas de descoberta e considera o erro inteligente uma virtude de sua equipe. O erro inteligente significa o resultado de uma boa tentativa de fazer algo diferente, com risco calculado no que foi possível, e que por alguma razão não prevista deu errado.

É um erro, mas é inteligente porque é fonte de aprendizado. E aprender é matéria prima embrionária do conhecimento e da inovação.

Ambientes inovadores convivem positivamente com o erro inteligente, o que contribui para fortalecer a confiança e o propósito de seus componentes. Assim, me parece que o contexto do fracasso fica relativizado sob o enfoque da inovação.

Será que é isso mesmo? O que você acha?

(conselheiro criativo via resultson)

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Super campeões do bem

em 21 de novembro de 2010.

É incrivel quando a gente encontra centenas de pessoas antenadas em aprimorar suas    qualidades e contribuir para um mundo melhor. Ainda mais  nesse século do relacionamento, no qual a atitude colaborativa é o passaporte para empreendimentos bem sucedidos.E tecnologia é o que não falta para isso.

Uma dica para quem está querendo fazer um time de trabalho e desenvolver conexões profissionais mais robustas é a plataforma TeamLab, que possibilita que  as pessoas intercambiem conhecimentos e desenvolvam projetos conjuntamente.

Afinal, não basta o contato, não basta a troca de cartões, é preciso interação frequente para que se desenvolva a confiança, que é a base do capital social.

Obrigado pela energia e carinho! Aguardo os coments e conexões. Felicidades,  em frente! :)

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A internet das coisas

em 20 de novembro de 2010.

Estamos mesmo vivendo numa época incrível. E uma das mudanças tecnológicas mais expressivas que iremos vivenciar de forma intensa brevemente é a internet das coisas. O que é isso?

Bom, tentei explicar nesse podcast que fiz para o TopBlog. Vamos ouvir e interagir? :)

Podcast: a internet das coisas

Criação Rebellion Comunicação. Desenvolvimento Formaweb.