A inovação como motor do desenvolvimento traduz-se em resultados expressivos no ranking de competitividade mundial. Os países da Escandinávia, com áreas relativamente pequenas se comparadas a grandes países como o Brasil, optaram estrategicamente pelo investimento intenso em educação ao longo dos anos e elegeram o conhecimento como a sua principal força competitiva. O Global Competitiveness Report 2010-2011 demonstra o acerto dessa escolha, bem como a análise da Relação entre inovação e PIB, que posiciona aqueles países com maior inovação entre os mais ricos do mundo. Somente para se ter uma idéia, o PIB per capta de um país como a Finlândia, com 5 milhões de habitantes, é de USD 34.000.
O Brasil tem muito por fazer nessa área, especialmente porque existem muitos recursos e processos disponíveis para fomentar a inovação e os resultados não são assim tão expressivos. Além disso, uma economia em crescimento oferece o terreno necessário para a atração de investimentos. É hora de acelerar decisões, de simplificar procedimentos e de produzir resultados.
Existe uma região em torno da cidade de Turku, que é muito voltada para a tecnologia e inovação. O Turku Science Park congrega diversos clusters, focando sua atuação no desenvolvimento de negócios e transferência de tecnologia. Vale uma boa navegada para conhecer mais detalhes.
Meu aprendizado: é preciso investir em coordenação de relações, em adensamento de redes, em colaboração entre empresas, governo e universidades e em desburocratização. A inovação acontece quando se combina espírito empreendedor, conhecimento, foco, relacionamento e recursos financeiros.








