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Depois de um tempinho sem publicar posts aqui no blog, estou de volta. Peço desculpas aos leitores e agradeço os vários emails solicitando conteúdo. É muito legal saber que o blog é útil para um público diferenciado. Nessa temporada aprendi coisas interessantíssimas sobre gestão da inovação. Uma das que mais me encantou foi a simplicidade do BMG – Business Model  Generation, idealizado pelo Alex Ostewalder (veja entrevista) e seu time de crowdsourcing mundial. O modelo tem o poder de provocar quase que instantaneamente uma revisitação nos conceitos de planejamento de empreendimentos. E não é só isso. O BMG é genial também pela sua apresentação e lógica, e por impulsionar o empreendedor a levantar-se de sua confortável poltrona e ir mergulhar na realidade do mundo, trazendo insumos para o seu pipeline. Além disso, as práticas de Design Thinking – DT, dão vida ao modelo e provocam idas e vindas que transbordam para o pensar “fora da caixa”. Para aqueles mais “nérdicos”, os fundamentos do “scrun” para lidar com incertezas e ambientes complexos geram adrenalina intensa e minimizam riscos.

No Conexões Empreendedoras expliquei a diferença entre “abrir um negócio” e “ganhar dinheiro com um negócio”. O DT aplicado ao BMG dá as chances para a descoberta das sutilezas que produzem valor ao cliente.

Bom, não preciso dizer que estou bastante animado com todas essas possibilidades para modelagem de empreendimentos inovadores e seu impacto futuro na economia do país. Se quiser saber mais me escreva, terei o maior prazer em intercambiar conhecimentos.

Inspire-se!

Grande abraço!

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