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Oi amigos do blog, sempre no início de ano publico uma interpretação dos estudos de tendências que recebi no último ano.

Vamos a elas?

1) O Brasil está magnético!

O interesse de profissionais qualificados atuarem no Brasil está cada vez maior. Nesse ano o país irá receber muita gente de fora. Acho que no geral isso (ainda) é bom, por causa do intercâmbio, do aprendizado, da multiculturalidade produtiva e de oportunidades que surgem com esses novos públicos. Mas é preciso saber lidar com esse fenômeno.

2) Os pós-PC e a educação continuada!

Acredito que a educação será incrementada com hardwares pós-PC, como tablets e smartphones. Mais leitura, mais interesse no aprendizado e mais conhecimento. Mas atenção, para que não exista desperdício dessa tecnologia toda é preciso saber fazer perguntas inteligentes e ter acabativas nos projetos.

3) Empreendedorismo em alta!

O mercado interno irá garantir crescimento moderado nesse ano e abrirá espaço para o aproveitamento de oportunidades. O que não significa céu de brigadeiro, empreender é cada vez mais para profissionais.

4) O mundo simplificado!

As inovações serão concentradas na simplificação do design e dos processos produtivos. Tudo que é complexo é caro, insustentável e está out. As linguagens empresariais também ficarão cada vez mais simples, para reduzir erros de comunicação.

5) As pessoas querem se expressar com facilidade!

Haverá uma explosão do número de blogs e interfaces em redes sociais, com muita diversidade no melhor estilo cauda longa.  A utilização das plataformas de email começará a diminuir e surgirão novas interfaces de informação, com filtros sofisticados de priorização.

6) A qualidade vence a quantidade nas mídias sociais!

As mídias digitais passarão a priorizar intensamente os hubs, isto é, os formadores de opinião. A maioria dos indicadores quantitativos será deixada em segundo plano. Os indicadores de prestígio e confiança estarão em alta. Mas o que irá valer mesmo são os indicadores de ROI, que se consolidarão cada vez mais.

Por enquanto é isso, vou continuar a refletir mais e aumentar a lista :)  

Aguardo seu comentário e um Feliz 2012 !!!

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Como construir o futuro das empresas?

em 16 de junho de 2010.

Boa pergunta essa e acho que a resposta não é muito complicada. Em primeiro lugar o futuro se constrói com o presente. Com a humildade de desejar o novo, de saber que será diferente, de um frio na barriga perante a incerteza. Esta aí o desafio. Construir o futuro significa apostar num posicionamento da empresa que seja coerente com o seu cliente, ao mesmo tempo que respeite as necessidades do seu ambiente. Quais os valores deverão ser mantidos? Quais deverão mudar? Qual a imagem que se deseja? Quais os riscos?

São também ótimas perguntas que não têm uma resposta cem por cento exata. Mas isso não importa. O que importa é a concepção de onde se quer estar. E também a habilidade para moldar a energia existente na direção almejada.
É isso?
Abraços!

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Capital social e a confiança

em 23 de março de 2010.

Nas conversas sobre redes sociais sempre surge o conceito de capital social. Acho que esse é um ativo importântíssimo nas relações comerciais, até mais que o capital financeiro. É é fácil saber se você possui (o verbo é esse mesmo?) capital social. Basta saber com quais pessoas você poderá contar de verdade caso necessite. Se tiver muita gente nessa categoria, você é um milionário social. Se tiver pouca, um remediado e pode melhorar de condição.

Capital social tem relação com diversidade de conexões em nichos sociais, empatia e geração de confiança e reciprocidade.
E tudo começa numa atitude de doação, de interesse genuíno em contribuir com o próximo. Fazer isso ao longo da vida é ter acesso a uma infinidade de possibilidades, e quem sabe, de amizades.
E você, o que você acha disso?
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2010: o ano do otimismo realístico

em 13 de março de 2010.

Os especialistas estão bastante unânimes ao considerar a retomada da economia brasileira nesse ano. Apesar da queda do PIB em 0,2% em 2009, os indicadores atuais demonstram uma rápida aceleração positiva da economia. Antes assim, otimismo é muito bom e tudo o mais. Mas devemos nos lembrar que em economia tudo é relativo e que, se crescer é importante, que seja de forma robusta, sustentável. Porque se for como uma bolha, frágil e sem densidade, não adianta nada. É filme antigo.

Pensando sobre esses aspectos, acredito que seja o momento dos empreendedores exercitarem sua característica de otimistas com grande senso de realidade. É o momento de estudar mercados profundamente, avaliar riscos, aproximar-se ainda mais dos clientes e investir com muita consciência.
Afinal, 2011 vem aí. É ou não é?
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Negócios do futuro

em 17 de novembro de 2009.

Ontem no SENAC tive a satisfação de conhecer diversos projetos de futuros negócios elaborados pelas brilhantes equipes participantes. Chamou-me a atenção o fato de que várias delas desenvolveram argumentos relacionados à responsabilidade social e sustentabilidade em suas propostas.Isso é muito legal e sinaliza a consciência dos futuros empresários, comprometidos desde já na concepção de negócios que produzam riquezas sem comprometer o recursos naturais (e humanos do planeta). Pensando a respeito, surgiram algumas perguntas: como será a continuidade dos projetos em termos de transformarem-se em empresas de verdade? Quais as principais barreiras a serem vencidas? Existe suficiente energia empreendedora para transformar as propostas em realidade? Se você é um jovem empreendedor pode ajudar a esclarecer essas perguntas. É só comentar…
Obrigado e parabéns!

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Open Innovation e as pequenas empresas

em 22 de outubro de 2009.

A idéia de Open Innovation é até simples. Colaborações externas à empresa influenciam a criação de novos produtos e serviços, muito mais adequados à realidade dos mercados atuais e novos e provocam também o inusitado, que é o aparecimento de soluções que transformam-se em negócios anteriormente não pensados (spins). A figura o lado, concebida pelo Prof Chesbrough, de Berkeley ilustra o fluxo de conexões e recursos necessários. Pensando pelo lado da pequena empresa, as redes existentes de fornecedores, parceiros, incentivadores, clientes e até concorrentes poderiam ser mobilizadas com o mesmo propósito. Já pensou, um restaurante construir o cardápio da semana que vem a partir das experiências de seus clientes que gostam de cozinhar? Para pensar, certo? Ah, e por falar em restaurante e open innovation, o espanhol El Bulli é um excelente exemplo. Bom passeio!

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Negócios Ponto Com

em 24 de julho de 2009.

Muito legal o evento ResultsOnDay, que tratou de negócios digitais na noite de ontem. Achei legal destacar alguns dilemas do mundo ponto com:

- Net free ou paga? não importa, mas o modelo de negócio tem que ser lucrativo;

- Receita de publicidade? Cuidado com ela. É para poucos, na escala necessária;

- Poder das redes? A palavra é crowdsourcing em nichos. A mobilização é justamente o propósito do modelo de negócios.

Para pensar…

Resto do Post

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Os indicadores econômicos sinalizam recuperação da economia a partir do segundo semestre de 2009 (caso situações inesperadas negativas não ocorram). Muito bom! Se isso ocorrer espero que lições tenham sido aprendidas pelas empresas, governos e consumidores. É importante mudar alguns hábitos.
Quando ocorreu o apagão de energia no país, o consumo de energia foi conscientemente reduzido (e as contas ficaram menores). Porém, depois de voltar ao normal a maioria de nós já se esqueceu e os velhos costumes voltaram (e as contas engordaram). Tomara que não seja assim com a economia pós-crise. É tudo uma questão de crença e atitude.
Para contribuir com difusão de informações para profissionais atingidos (ou não) pela crise, tenho publicado periódicamente aqui no blog diversas oportunidades de trabalho, na coluna da direita, logo abaixo. Afinal, a solução para a crise é o trabalho, claro, com inovação!

Resto do Post

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O negócio de bairro

em 3 de junho de 2009.

Um novo negócio deve partir da constatação de uma oportunidade, ou seja, da necessidade de alguém pelo produto ou serviço que será oferecido. Esse aproveitamento de oportunidades deve-se mostrar também viável, principalmente considerando o retorno proporcionado em relação ao investimento feito, a quantidade de recursos que deve ser investida e a existência de um volume de vendas.

Dessa forma, os estudos para entendimento das oportunidades existentes e da viabilidade de explorá-las são um intenso exercício de aprendizado, no qual a informação é o insumo principal.

Entretanto, a prática do estudo de oportunidades e viabilidade muitas vezes é interpretada como difícil e não é realizada. A conseqüência é a falta de planejamento antes da abertura de um negócio, que é apontada como uma das principais causas da mortalidade empresarial no Estado de São Paulo.

Esse texto tem a intenção de apresentar ao elementos que facilitem a busca de informações para o chamado “negócio de bairro”. Vamos lá…

O negócio de bairro:

Muitas pequenas empresas são instaladas em bairros e têm a finalidade de atender a vizinhança. Estamos falando de padarias, farmácias, sorveterias, lojas variadas, restaurantes, buffets, lavanderias e muitas empresas de prestação de serviços. Nesse caso, o levantamento de informações deve ser concentrado nas características do bairro ou da região. A melhor forma de fazer esse levantamento é através da observação pessoal e até de pesquisas. As principais questões que devem ser respondidas são:

a) No bairro existem pessoas que são potenciais clientes? Ou seja, existem pessoas que se encaixam no perfil de cliente do seu negócio?

b) Essas pessoas existem em quantidade?

c) Quais os produtos e serviços que devem ser oferecidos?

d) Qual o preço considerado bom pelos clientes?

e) Existem concorrentes próximos? Por que as pessoas compram deles? (Observação)

f) Qual o melhor local para a instalação do negócio?

Assim, não economize tempo para conversar com as pessoas e empresários locais, para observar o fluxo do trânsito, as ruas mais movimentadas, os locais de estacionamento e as principais vias de acesso. E lembre-se: o sucesso do negócio está escrito nas linhas do mercado.

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A compreensão dos ambientes organizacionais, seus propósitos e culturas; é insumo para a concepção e implementação de estratégias voltadas ao atingimento de resultados. E o profissional com essa capacidade é fundamental para empresas contemporâneas, porém nem sempre a própria cultura organizacional favorece essa atuação.
O que fazer então?

Criação Rebellion Comunicação. Desenvolvimento Formaweb.