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Tive a alegria de participar de uma ação de desenvolvimento no Museu da Língua Portuguesa em São Paulo, onde está acontecendo a exposição em homenagem ao Oswald de Andrade. Em uma imersão de muito aprendizado e reflexão, pude constatar vários elementos de comportamento inovador que aproximam as personalidades idealizadoras do movimento antropofágico dos empreendedores contemporâneos desse início do século XXI.

Estavam presentes lá no início do século XX as premissas de rompimento do status quo, da intensa proposição do novo, da ruptura, do open innovation e do choque de experimentações.

 O resultado disso tudo é um legado, igual ao da Apple, da Microsoft ou de qualquer outra empresa que tenha  provocado a divisão do antes e do depois.

Acho que o legal é isso, entender que a defesa de uma crença, o empreender de um ideal, o desapego dos medos e da influência social podem provocar uma nova realidade.

Captar tudo por todos os sentidos, e originar algo totalmente inédito.

Fica a lição para a gente.

Um grande abraço!

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Os líderes de hoje em dia

em 15 de agosto de 2011.

Tenho me interessado bastante sobre o tema liderança num mundo em transformação, em boa parte porque as perguntas que recebo aqui no blog têm sido sobre o assunto. Pesquisando argumentações de especialistas e conversando com executivos de ponta, desenvolvi uma perspectiva sobre esse líder, cujas características apresento a seguir.

O líder em um mundo que muda rápido é mais generalista do que especialista, com a competência de compreender as relações de causa e efeito de um sistema organizacional. Ele tem também a habilidade de formar equipes de especialistas, e orquestrar as interfaces entre elas. Fazendo uma metáfora, o líder é uma espécie de construtor de pontes entre plataformas marítimas.

Ele também é focado em resultados, porém seu entendimento sistêmico permite que pense a médio e longo prazos, o que exige uma capacidade de negociação com outros interessados em resultados, porém de curto prazo e que nem sempre são benéficos para a perenidade da empresa. Esse líder compreende também a importância de lidar com os riscos e incertezas de processos inovativos. E acredita que as organizações podem ser sustentáveis, gerando lucro, riqueza e desenvolvimento de grande valor para a sociedade.

Desenvolver essas competências é algo totalmente possível, e praticá-las propicia uma adrenalina incrível e realização. Vale cada momento da experiência :)

Grande abraço!

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Fiquei muito surpreendido positivamente com a organização do Encontro Paulista de Empresas Júniores - EPEJ 2011, que aconteceu nesse feriado de junho, na EESC/USP, em São Carlos. Encontrei um pessoal animado, inteligente, organizado, com vontade de fazer a diferença no mundo.

O que me chamou a atenção, além do profissionalismo da equipe organizadora, foi a forte consciência da combinação entre sustentabilidade e prosperidade. Essa maneira de pensar tem tudo a ver com as premissas de inovação nos Science Parks Europeus e permite uma perspectiva muito promissora para esses jovens líderes. Assista aqui à mensagem final da apresentação.

 Parabéns ao #MEJ – Movimento de Empresas Juniores. Que os sonhos se transformem em visão empreendedora e em realidade.

Grande abraço, foi uma honra poder contribuir. :)

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Um pouco sobre visão de futuro…

em 24 de dezembro de 2010.

Uma vez me contaram o seguinte caso: na década de 1970, um professor de uma escola de administração americana deu início a uma pesquisa de longo prazo sobre o tema. Perguntou a uma centena de estudantes qual deles tinha uma visão sobre o que estaria realizando dali a vinte anos: somente 3% do grupo pesquisado soube responder concretamente à pergunta. Vinte anos depois, o professor realizou uma nova pesquisa para verificar qual o patrimônio financeiro acumulado no período pelo mesmo grupo de pessoas. Resultado: os 3% que afirmaram ter uma visão somavam um patrimônio muitas vezes maior do que os outros 97% juntos. Embora nenhum deles estivesse pondo em prática a visão projetada na juventude…

Independentemente de realidade ou ficção, e do critério adotado, fiquei intrigado com o final da história. Afinal aonde está o poder da visão?  Acho que visão não é miragem, não é quimera. A visão empreendedora é concreta e – mais importante – geradora de uma enorme e incansável energia. A melhor metáfora para a visão empreendedora é “a paixão no presente por algo que vai existir no futuro”. Temos aqui uma questão complexa e delicada. A visão empreendedora promove a mobilização de energia no presente, oferecendo a disposição de trabalho para que você conduza seu projeto em direção do futuro. A energia gerada pela visão é imediata e provoca decisões, escolhas e iniciativas no presente. É o que dá sentido a todas as ações do hoje (extraído do livro Conexões Empreendedoras).

É aí que está o poder!

O que aprendi dessa reflexão foi que uma das características da visão empreendedora é ser dinâmica e flexível, mas tem que ser apaixonante o suficiente para produzir motivação, ação e realização.

E nessas épocas de início de ano, nada melhor do que refletir sobre a sua própria visão, ou construir uma nova.

Grande abraço, Feliz Natal e um ano novo de muitas visões e realizações!

:)

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O erro inteligente

em 26 de novembro de 2010.

Tenho conversado (e aprendido) muita coisa interessante sobre inovação e ultimamente me dedicado a observar especificamente o “modus operandi” das empresas inovadoras. Fazendo algumas comparações entre o observado na prática e a literatura, constato que alguns fatores são realmente decisivos para a instauração de um ambiente pró-inovação em uma empresa ou projeto.

O primeiro item da lista, sobre o qual vamos conversar nesse post,  é o líder da inovação. Uma pessoa geralmente inconformada com a realidade, curiosa por natureza, às vezes temperamental e disposta a perguntar e descobrir. E a correr riscos.

Esse líder não é somente criativo. Ele sabe um segredo: a inovação não é um insight, um evento ou uma manifestação isolada. A inovação é um processo. Um processo movido a perguntas e respostas. Qualquer pergunta? Não, perguntas que sejam relevantes para o momento do projeto ou do negócio. Esse é um desafio para o líder. O que perguntar para sua equipe e para sua rede?

Por se tratar de um jogo de perguntas e respostas, o líder inovador vibra com as tentativas de descoberta e considera o erro inteligente uma virtude de sua equipe. O erro inteligente significa o resultado de uma boa tentativa de fazer algo diferente, com risco calculado no que foi possível, e que por alguma razão não prevista deu errado.

É um erro, mas é inteligente porque é fonte de aprendizado. E aprender é matéria prima embrionária do conhecimento e da inovação.

Ambientes inovadores convivem positivamente com o erro inteligente, o que contribui para fortalecer a confiança e o propósito de seus componentes. Assim, me parece que o contexto do fracasso fica relativizado sob o enfoque da inovação.

Será que é isso mesmo? O que você acha?

(conselheiro criativo via resultson)

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Conexões Empreendedoras no prelo

em 3 de julho de 2010.

Amigos, o livro Conexões Empreendedoras está no prelo e estou muito contente com a realização desse antigo sonho.

Procurei desenvolver um texto em linguagem simples, para compartilhar as experiências e aprendizados que tive no mundo do empreendedorismo e das redes sociais. Como não podia deixar de ser, acredito muito no poder das redes, inclusive para recomendar o livro para outros amigos.

Espero que seja útil em seu desenvolvimento profissional e pessoal.

Um abraço e em breve contarei mais novidades.

Renato :)

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Sobre os realizadores

em 6 de fevereiro de 2010.

É super entusiasmante vivenciar as realizações de pessoas que tiveram a coragem de sonhar, desafiar convenções, estabelecer metas e bancar o jogo, mesmo correndo o risco de frustrações. Tudo em nome de um propósito. São essas realizações que dão sentido à vida, que a tornam incrivelmente apaixonante e que inspiram outras pessoas a continuar. São elas que explicam a existência dos heróis.
A receita do realizador? Acho que não existe, mas posso citar alguns temperos: clareza, disciplina, consciência das virtudes e fraquezas, sensibilidade e inteligência.Quando eles se misturam, as coisas acontecem. Os realizadores sabem disso.

Parabéns G.C., principalmente por ir em busca daquilo que acredita! Sucesso!

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Desafios da liderança

em 10 de janeiro de 2010.

Estou recebendo diversas informações e emails sobre liderança, tema pelo qual sou bastante interessado. Tenho percebido que minha própria compreensão e argumentação sobre seu significado vem se transformando ao longo do tempo (ainda bem) :) .
Atualmente estou associando duas palavras muito simples ao líder: resultados e paixão. Resultado é o que se apresenta, ou se entrega (como diz o mestre e amigo Marcelo D.) ao final do projeto, e deve ser de excelência. Paixão é por conta das pessoas que participaram do projeto, e se tornaram apaixonadas em decorrência da influência do líder.
Simples assim. Quer fazer melhorias nesses aspectos? Parta das duas palavras e vá desdobrando-as de acordo com as características da atividade que realiza. A cada desdobramento pergunte-se “por quê”? e desdobre de novo. Ao final você terá um mapa muito claro de ações que estão esperando para ser realizadas. Depende só de você :)
Abraços!

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Inovação e as equipes multidisciplinares

em 20 de dezembro de 2009.

Inovação e criatividade são fundamentais para o diferencial competitivo. Algumas técnicas podem ser rapidamente colocadas em prática, como por exemplo, times multidisciplinares focados em uma solução. Ontem a brilhante equipe GEN2009 realizou uma interessante atividade desse tipo, com a inspiração do Projeto Mars Exploration Rover
Brainstormings, liderança, confiança e colaboração foram muito importantes para vencer a pressão do tempo. O resultado, quatro frases de impacto muito bem argumentadas:
- “Ideias e ideais: pequenos detalhes, grandes diferenças”;
- “Realizações a partir dos detalhes”;
- “Nós somos do tamanho das nossas atitudes”;
- “NASA: construindo seu futuro”.
Valeu pessoal! Grande abraço!

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Atitudes gerenciais e a inovação

em 16 de dezembro de 2009.


Tenho recebido interessantes perguntas sobre atitudes gerenciais, especialmente em relação a dilemas relacionados aos estilos de gestão participativa e autocrática. Meu ponto de vista é simples: gestores contemporâneos devem ser hábeis em construir ambientes motivadores e de colaboração. A inovação e a competitividade vêm daí. Entretanto, é também papel do gerente garantir a convergência da atuação de sua equipe em relação à estratégia empresarial. Senão a atuação fica descolada da realidade. Nesse caso muitas vezes é necessário ser autocrático e decidir o caminho, assumindo a responsabilidade e os riscos da decisão. Isso é mais intenso ainda em empresas do conhecimento, nas quais mentes brilhantes apresentam bons argumentos conflitantes.
Por outro lado, as equipes também devem ser formadas por colaboradores com maturidade suficiente para compreender os papéis e as tomadas de decisão da empresa, exercitando a auto-motivação e contribuindo para a coesão e formação de um time realmente vencedor. Ou até escolhendo outros rumos para a carreira profissional.
Não é fácil, por isso é desafiador…

Criação Rebellion Comunicação. Desenvolvimento Formaweb.