Uma das questões que mais me tem chamado atenção é a diferença que existe entre a vontade e a real iniciativa para se realizar algo. Acho que esse é um ponto fundamental que diferencia as pessoas nas suas trajetórias. É o que separa realizadores de
sonhadores.
Mas o que transforma uma vontade em ação? Difícil testar isso. Mas uma forma de pensar a respeito é formular uma antítese.
O que não transforma uma vontade em ação? Bom, podemos fazer algumas tentativas de resposta. Por exemplo, a procrastinação (ou preguiça mesmo), o medo e seus desdobramentos, a auto-estima baixa, o tempo desorganizado, a influência social, a arrogância e a falta de foco.
Todos esses fatores podem ser compreendidos e trabalhados no sentido de serem minimizados. Simples assim? Nem tanto, geralmente quem está inserido nesse game não tem o discernimento para perceber os fatores limitantes e agir sobre eles. O resultado é a repetição de ciclos de comportamento que não produzem resultado e nem qualidade de vida. Produzem frustração. É uma ilusão no melhor estilo “perde-perde”.
Acho que a mensagem aqui é para você pensar nesses fatores e analisar como está reagindo à produção da vontade. Se não estiver energizando ações e ficando só na imaginação, é bom repensar.
Um abraço!















